Report Pro Tour Albuquerque
11/11/2017 10:00 / 4,328 visualizações / 23 comentários

 

E ai ligamagiqueiros, tudo bem?

Meu nome é Carlos Romão, mais conhecido como Jaba e para aqueles que não me conhecem, eu estou no Magic a aproximadamente 20 anos. Comecei a jogar no lançamento de Quarta edição, em português, quando o booster custava exorbitantes R$3,00! Em pouco tempo descobri os torneios e me encantei com esse universo. Na época não existia Friday Night, Pré Release e torneios regulares de loja eram a opção semanal para quem queria competir. Durante parte do ano você tinha os Regionais que lhe classificavam para o Naciona,l que era mais aguardado que os seis números da Mega Sena acumulada! Como todo brasileiro, eu lutei, venci, e em 2002 eu consegui ser Campeão Mundial de Magic: The Gathering em Sidney! Depois disso foram 15 anos de idas e vindas no mundo competitivo e em 2016 consegui solidificar minha volta ao cenário profissional com um segundo lugar no Pro Tour Havai.  A vida é feita dessa historias bonita, cheias de altos e baixos, mas nós sabemos que o que você quer é ler sobre Magic e quem sou eu para atrapalhar isso!
 
Semana passada tivemos o Pro Tour Albuquerque e o nosso amigo Seth Manfield foi o campeão pilotando um Sultai Energy, mesmo com um mar de Temur tentando impedir que isso acontecesse. Sinceramente, eu achei que esse Pro Tour seria ganho por um Temur, devido a quantidade de jogadores que iriam escolher esse deck e que teríamos que iniciar todas aquelas discussões sobre quais cartas devem ser banidas, que o formato está chato, só tem um deck dominante, se está certo votar no Lula ou no Bolsonaro (Treta!) e se é bolacha ou biscoito.

Assim como quase 50% dos jogadores do Pro Tour, eu e meu time escolhemos o Temur como nosso deck. Diferente dos outros Pro Tours, onde você tem quase um mês depois do spoiler completo da nova coleção para treinar, dessa vez o tempo foi bem maior com quase dois meses e um campeonato mundial entre essas datas. Isso proporcionou um metagame estabelecido e de fácil leitura. Normalmente eu escolho o deck na véspera do torneio, mas por causa de todas as particularidades citadas anteriormente, eu já sabia que iria jogar com o Temur desde o final do campeonato mundial. Meu teammate, o argentino Sebastian Pozzo, jogou com o deck no Mundial e ficou muito satisfeito com o resultado fina,l tirando qualquer pequena dúvida que eu tivesse sobre qual deck jogar.

A escolha do Temur Puro nos parecia a melhor opção. Não queríamos sacrificar a mana base do deck para colocar The Scarab God porque nós sabíamos que isso iria trazer problemas contra os aggros do formato. Além disso, acreditávamos que cartas como o Vizier of Many Faces e o Confiscation Coup podiam melhorar o Mirror. No Sideboard, a Nissa, Steward of Elements foi uma descoberta muito boa tanto para o Mirror, como para outros match ups, como Control e BW Tokens. O plano do Torrential Gearhulk parecia melhor no começo, mas ele vem com um pacote muito grande de cartas para que você consiga tirar proveito, então descartamos. Sem Essence Scatter e Glimmer of Genius, eu não vejo vantagem em manter o Gearhulk no side.
 
Temur Pro Tour Albuquerque - Standard
2017-11-10

Jogador

Ruda

Visitas

4346

Código Fórum

[deck=728643]
 
Mesmo após o Pro Tour e levando em conta que eu ganhei 5 e perdi 5 na parte Standard do torneio, eu não me arrependo de ter escolhido o Temur. Eu vinha jogando com o deck por muito tempo, ganhei o Campeonato Nacional Brasileiro pilotando algo similar e me sentia muito confortável com essas sessenta cartas. Na verdade, eu acredito que esse seja um ponto interessante a ser abordado para esse Standard: Jogue com o deck que você está mais confortável. Claramente o Temur é o melhor deck, mas todos os outros também são bons e desperdiçar horas de pratica para fazer uma troca na véspera do torneio não é a melhor opção. Acredito que o conhecimento do deck lhe ajuda muito mais do que a troca de cartas, nesse Standard em particular.

Falando da minha lista mais uma vez, se eu pudesse voltar no tempo, eu tiraria o Magma Spray do Sideboard e colocaria mais um Vizier of Many Faces. Eu amo essa carta! Seu oponente tem um Glorybringer , você também tem. Você está na frente e tem seu Glorybringer, agora você tem dois! Ela é o tipo de carta que arruma sua mesa, iguala o jogo contra o oponente e não existe troca favorável com ela. Você sempre sai ganhando. Eu também tiraria um Magma Spray do main deck e colocaria um Abrade no lugar. No Pro Tour tinham muitos BR Aggros e o Aethersphere Harvester é uma carta muita chata para o Temur. Apesar do Magma Spray resolver Scrapheap Scrounger e afins, o Haverster incomoda muito mais. Além disso, no mirror, o Abrade trabalha muito melhor que o Magma Spray. Caso você decida jogar com esse deck no seu Friday Night ou torneio local e o ambiente esteja infestado de Temur e four Colors, ao invés da troca Magma Spray por Abrade, coloque o segundo Confiscation Coup no Main Deck e coloque o segundo Abrade no side.

Para finalizar, eu gostaria de agradecer o espaço à LigaMagic. Fico muito feliz de poder escrever para o maior site de Magic: The Gathering do Brasil. Esse será o primeiro de muitos artigos. Se vocês tiverem alguma dúvida, por favor coloquem suas perguntas que eu vou ficar de olho para respondê-las. Apesar do resultado medíocre no Pro Tour, eu ainda acredito no Temur e espero poder jogar com ele na Copa Mundial de Magic! Muito obrigado pela atenção e até o próximo artigo! GL!
 
 

Carlos "Jabaiano" Romão ( How_crap)
Campeão Mundial em 2002 e em 2010, Jabaiano é uma lenda do Magic brasileiro. Platinum no Pro Players Club, ele é membro da seleção que representará o Brasil na Copa do Mundo de 2017.

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Comentários

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Braddock_AP (16/11/2017 09:01:29)

Mano, t2 tem uma limitação gigante de decks. Hoje temos apenas 5 edições no t2. Ainda assim, é um dos t2 mais variados dos últimos tempos. Se você não gosta do formato, não fica dando hate na internet com "meias verdades", analisa o contexto de forma geral.
O "seu top8" aí, sem o draft, considera apenas 10 rodadas, então não dá pra ter noção de como ficaria ao longo de 16 rodadas. Mas obviamente Energy e Monored seriam bem presentes pq são os decks mais jogados e esse é o fato, não é porque o t2 não está "variado" e sim pq é um torneio profissional onde os profissionais vão jogar com os decks que julgam mais consistentes e com melhores chances de resultado.

The_Offspring (16/11/2017 00:14:36)

É, só pra avisar, esses decks "chegaram na final" por conta da pontuação que o jogador teve tbm no draft, pq se fosse só pelo standard, o top8 seria:
Red
Red
Temur Energy
4c Energy
Red
4c Energy
Temur Energy
4c Energy
Os decks que vc citou, quase nem top16 entrariam, tirando 1 mono-White e 1 Mardu.
Ou seja, top16 do standard tem 10 decks de energia (4 temur, 4 4c e 2 sultai), 4 mono Red, 1 WW e 1 Mardu...
De top60, 40 são energy e 11 Red.
Um fato é um fato.

Marcosalepassos (15/11/2017 11:12:26)

um bilhão de temur no pt e chegam na final um sultai e um uw q nada tem a ver com energia.
tem aproach, tem gifts, tem tokens, tem momored, tem variacoes N de energia, tem br agroo ou monoboack.
que variacao mais q a galera quer?

The_Offspring (15/11/2017 03:02:56)

Nada opressor. A melhor estratégia pra jogar contra Energy é torcer pro cara floodar.
O deck faz criaturas extremamente eficientes early/mid game, conta com counters de 1 e 2 cmc para segurá-las em campo num formato onde a cólera custa 5, e usa um recurso que deixa as criaturas extremamente opressoras com o qual o oponente não pode interagir, que é a energia. Com a quantidade ridícula de energia que os decks acumulam vc pode dar draw, dar hexproof, fazer um 2/2 virar um 5/5, ou fazer um batalhão de tokens fly.
No sb vc tem descarte, remoções de custo baixo e counters...
Nada opressor.
É igual aos outros decks que foram banidos... "nada opressor, ocupam 35% do field pela consistência"...
Acredite no que te deixa feliz, mas um fato é um fato.

Braddock_AP (14/11/2017 10:08:18)

Mano, acho que vc não joga t2 né? o Temur é um ótimo deck, mas quase todos os decks do meta conseguem bater de frente com ele, tendo alguns decks até mesmo com larga vantagem. Isso que vc falou não faz muito sentido. Temur (e variações) são os mais jogados pq são decks consistentes com matchs bem equilibrados, mas não tem nada opressor.

The_Offspring (13/11/2017 15:42:11)

"boas opções de side, estratégias para enfrentá-lo"? Isso não existe, contra energia, no T2! ;)

How_crap (13/11/2017 15:10:32)

Valeu pela força! Espero que suas palavras se tornem realidade nos próximos torneios! :)



Não tem Santo ou Deus que proteja alguém de Mana flood. Glimmer of Genius pode ser uma opção, mas eu não vejo como colocar no deck. Gerenciar bem os recursos do deck é uma boa maneira de diminuir os problemas do flood.

How_crap (13/11/2017 15:03:16)

Desafiante, minha experiência em Modern é muito limitada para realizar essa comparação.
No T2 atual, não existe deck infalível contra Temur e suas variações. Ele vai continuar jogando e fazendo resultados.

Desafiante (13/11/2017 12:54:14)

Bem vindo, grande Jaba! Sempre um prazer acompanhá-lo!

Será que a situação do Temur é parecida com a do DS modern meses atrás? Por ser conhecido como o melhor deck, todos fazem seus decks pensando principalmente nele, por isso tem boas opções de side, estratégias para enfrentá-lo e isso dificulta um pouco os resultados do mesmo. Faz sentido?

Abraços.

The_Offspring (13/11/2017 00:51:57)

Pra mim a falta de diversidade do formato está muito mais ligada ao poder leve do standard (que vem caindo desde inn+m13+rtr) do que à mana base.
Cartas ou mecânicas sem hate dominam o formato, pq todo resto é muito fraco.
Veja que Temur é um deck de energia (sem hate jogavel), com bons bichos no early e que tem spell pierce e negate num ambiente onde a cólera custa 5.
O mesmo aconteceu com a falta de hate de grave...
A WotC perdeu a mão no standard faz tempo.

Diiih (12/11/2017 12:30:27)


Matheus, a nossa sociedade sempre foi - e será - dividida em classes econômicas. E sabemos que a parcela que MAIS representa o nosso país é a classe baixa.

Professores possuem ensino superior. Ter uma formação universitária em 1995 - ano de lançamento da Quarta Edição - não era nada fácil. Não existiam muitos programas do governo como hoje. Não é uma boa escolha para exemplificar a renda do brasileiro.

Peguei a "Carteira de Trabalho" da minha mãe! No dia 01/05/1995 ela recebeu um reajuste salarial, indo para "R$ 135,00 MENSAIS"!

Tenho a total consciência que alguns adolescentes em 95 compravam vários "boosters" considerando-os "baratos". Entretanto, a realidade financeira da família desses jovens era melhor do que a "MAIORIA DA POPULAÇÃO"!

O nosso ponto de divergência se deve ao fato de você estar usando o "SEU" poder aquisitivo da época como parâmetro do brasileiro em geral.

Leve em consideração também que a visão de uma pessoa fica condizente com a realidade em que vive. O seu círculo de amigos e pessoas ao redor... deviam encontrar as mesmas condições, sendo assim, a sua noção do país ficou limitada.

No seu primeiro comentário, você disse que "DIFICILMENTE um trabalhador ganhava um salário mínimo".

Não era bem assim! O mínimo sempre foi um paradigma de remuneração, e quando existia acréscimo - PARA A MAIORIA DA POPULAÇÃO - era de um valor bem irrisório. A minha mãe ganhava apenas R$ 35,00 a mais.

Levando em consideração todas essas análises...

SIM! Os "boosters" já eram caros, tendo como embasamento o salário do brasileiro EM GERAL!

mthheitor (12/11/2017 09:11:32)

Desculpem o off-topic, mas o Jabaiano tocou num assunto interssante.

Agora voltando ao Magic, tenho uma dúvida curiosa:
Será que o ciclo desbalanceado de terrenos vigente no Standard influencia na diversidade dos decks?
Lembro que:

-ISD-M13-RTR os terrenos eram Checklands e Shocklands e o formato era muito bom.

-RTR-M14-THS os terrenos eram Shocklands e Templos (não teve Dual Lands em M14). O formato ainda era muito bom, apesar dos MonoU e MonoB devotion.

-THS-M15-KTK começou o desbalanceamento de terrenos: Templos, Painlands inimigas e Fetchlands amigas, além das Trilands. Esse formato foi bom, mas claramente desenvolvido para girar em torno das "Wedges". Não era possível fazer baralhos competitivos com as cores livremente.

-KTK-ORI-BFZ: outro formato desbalanceado, aonde os melhores decks tinham como base as cores que combinavam Fetch + Tango Land. Novamente as restrições de montagem de deck estavam nas cores da base de mana.

-O período com as Painlands também travou o tipo de deck Eldrazi que poderia jogar o T2. Se tivesse as painlands amigas, muito provável que teria um tier Bant Eldrazi, novamente as cores da base de mana restringiram a montagem de decks.

-BFZ-SOI: Era muito mais fácil montar um deck aggro com cores inimigas (painlands + manlands) do que com cores amigas (tangolands + show lands)

KLD: Quando entrou Kaladesh com o ciclo de fastland nas cores inimigas basicamente os decks giram em torno dessas cores.

-Standard atual: É muito melhor montar um deck que usa Fastland (cores inimigas) do que um deck que usa os outros ciclos de terrenos.
Claro que a mecânica energia é muito superior, mas um deck como o RG Pummeler tem uma base de mana que não ajuda em nada. Poucos decks querem jogar com Cycle Land + Checkland, ainda mais quando é necessário responder um Longtusk Cub no turno 2.

-Vide o Temur Energy, sua base de mana é inteira construída com Fastland.
Os outros decks com duas ou mais cores são:
-Mardu Vehicles (baseado em fastland, o uso das checklands é um dos fatores que mais "atrapalham" o deck)
-Sultai Aggro (baseado em fastland, checkland e cycle land são no máximo 3 ou cópias no meio das 22 lands)
-Golgari Aggro (baseado em fastland)
-Rakdos Aggro (baseado em cycle+check land): um dos maiores motivos alegados para os jogadores de MonoRed não jogarem de Rakdos é a base de mana "ruim". Será que se a base de mana fosse Fastland teríamos um maior número de Rakdos? Eu creio que sim.

Bom, no geral. A pergunta é: "Será que se tivéssemos os ciclos de terrenos equilibrados, o formato seria mais diverso?"

mthheitor (12/11/2017 08:31:04)

E aí Diiih, não tenho os valores certos, eu posso estar errado sim. Mas eu lembro que na época todo quem trabalhava na empresa queria ter esse cargo, hoje apenas uma dúzia de "gatos pingados" quer essa função.

Mas sobre os fato das profissões terem perdido poder de compra eu acredito que é sim uma verdade para a maioria da população.
Vide esse artigo acadêmico aqui: http://www.scielo.br/pdf/ep/v38n2/a05v38n2.pdf, que compara o salário dos professores de ensino médio. O Gráfico 4 mostra que em 1996-1997 o salário médio do professor era em torno de 6 salários mínimos e em 2008 era próximo de 4 salários mínimos.
Professor é uma profissão que representa bem uma parcela significativa da população.

Diiih (12/11/2017 02:31:55)


Então essa era uma das melhores profissões da época!

Segundo o CREMESP - Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo - um "MÉDICO", em 2001, recebia da Secretaria Estadual o piso salarial de R$ 1.253,00 mensais, por uma jornada de 20 horas semanais.

Nesse ano de 2017, a FENAM - Federação Nacional de Medicina - estava pleiteando pelas mesmas 20 horas, um salário-base de R$ 13.847,93.


Sem querer desmerecer o cargo de "Operador III", mas tem certeza dos valores e do ano vigente? Estava competindo com o piso de médico!

E "NÃO"! Esses salários não eram condizentes com a remuneração da "MAIORIA" da população daquele período!



HHHH (12/11/2017 02:00:43)

Jabaiano, ter um campeão mundial interagindo conosco aqui na Liga Magic é inspirador para nós jogadores brasileiros e um grande passo para o fortalecimento do Magic brasileiro também. Sei que apesar do resultado ruim nesse Pro Tour você é um jogador diferenciado e supercompetente, então a confiança que temos em vc como um dos melhores representantes brasileiros para o jogo continua a mesma. Acredito que vc voltará a ser campeão mundial novamente. Estaremos na torcida. E parabéns pelo artigo muito bem escrito. Vlw!

mthheitor (11/11/2017 21:39:04)

O único problema nessa análise envolvendo salário mínimo é que DIFICILMENTE um trabalhador ganhava um salário-mínimo.

Lembro que um Operador III (antigamente chamava Prático III ou líder de produção) na BRF ganhava R$ 1.150,00 em 2001 (equivalente a quase sete salários mínimos).
E hoje, 2017, esse mesmo operador ganha R$ 1.950,00 (equivalente a pouco mais de dois salários mínimos).
Então sim, antigamente o booster era mais barato para a maioria da população.

O_Turco (11/11/2017 21:33:53)

Muito bom seu artigo :). Eu n gosto mais de jogar de temur e ando correndo mais para o sultai e ub Control, mesmo assim gostei das dicas de mudança do main e farei os testes. Vlw Jabaiano

Diiih (11/11/2017 17:53:01)

Dei uma pesquisada no valor do SALÁRIO MÍNIMO da época com base no "LANÇAMENTO" de algumas edições:


Fallen Empires: R$ 70,00
Quarta Edição: R$ 70,00
Era Glacial: R$ 100,00
Terras Natais: R$ 100,00


Parece que os "boosters" nunca foram tão baratinhos como o pessoal gosta de lembrar!

Diiih (11/11/2017 16:49:06)


Talvez você não era tão quebrado assim, kkkk. Lembro que no ano de 2000, o salário mínimo era R$ 151,00.

A galera sempre esquece que o dinheiro tinha um valor diferente de hoje!

Braddock_AP (11/11/2017 11:04:22)

Parabéns aí pelo report jabaiano. Me diga uma coisa, como o Deck lida com mana flood? Eu testei o Deck e conversando com outras pessoas, todas relatam um flood absurdo. Cheguei até a keepar mão com 1 land e terminar uma partida péssima com 11 lands em jogo, ficando apenas com as cartas q tinha começado 😂 no mais, abração aí é sucesso.

Vinnie (11/11/2017 10:58:08)

Jaba, primeiramente parabéns por conseguir voltar ao competitivo e por ser um jogador tão consistente, isso é um diferencial.

Acho que o "problema" para o Temur nesse Pro Tour foi justamente ter muitas cópidas do deck no field. O pessoal acabou se preocupando muito mais com ele e no match contra ele na hora de mudar Md e SB, que quando algum outro deck vem forte acaba ganhando por não conseguir ser respondido com qualidade, pelo menos essa é minha visão.

Takamtg (11/11/2017 10:12:51)

Embora seja um fã do scarab god eu também iria de temur num torneio grande se eu jogasse. Gosto muito do mardu e tô gostando de ver ele voltando a fazer resultados como no mtgo.

Takamtg (11/11/2017 10:07:04)

Quarta edição era 2,50 hehehe. Terras natais e fallen empires era menos um pouco e vinham 8 cards apenas no booster pelo q recordo. Ice age pra frente passou a ser 3,50 e começaram a circular 15. Mas também podia variar de loja em loja. Cruz credo eu era muito quebrado nesse tempo. Pra mim era uma fortuna um deck de 14 reais!

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