O Standard se move!
11/05/2018 10:00 / 5,843 visualizações / 8 comentários
 
Olá! O T2 não para, com uma grande quantidade de partidas sendo jogadas o tempo inteiro no Magic Online, em grandes eventos como os SCG Open e Classic, e a nível local nos CLMs e PPTQs. No artigo de hoje, pretendo comentar sobre o metagame do Standard, destacar algumas decklists que chamaram minha atenção e, ao final, deixar um mini-report sobre minha vitória no PPTQ Atlanta da Caverna do Dragão, em Santos, no último domingo.

Dominaria chegou chegando!
 
Revisão de paradigmas seria pouco para o que Dominaria fez com o Standard. Algumas semanas atrás, tínhamos um formato de Hazoret the Fervent vs. The Scarab God, onde remoções de exílio eram tudo que importavam e, apesar de alguns decks como RG Monsters, Sultai Cobra e UW Approach estarem ali presentes, o metagame acabava se fechando nesses dois deuses, principalmente nas escolhas das interações. Vraska's Contempt, Ixalan's Binding, Struggle // Survive eram remoções premium do formato. Outra situação era que a manabase acabava por ser um fator limitador de alguns decks, principalmente nas cores inimigas, as quais tinham que apostar em Energia (Aether Hub) ou Tribal (Unclaimed Territory) como formas de acesso a uma base minimamente aceitável.

Entra Dominaria — Check Lands inimigas deixando todas as combinações de duas cores com dois ciclos de "duais boas", incentivo forte para mono color ou duas cores, sendo um leve splash no ciclo de bichos custo triplo, Planeswalkers e míticas individualmente poderosas que fizeram por ressurgir e criar arquétipos e, principalmente, remoções rápidas que redefiniram as ameaças escolhidas.

Seal Away e Cast Down são duas interações rápidas que faltavam para as respectivas cores — enquanto o preto tinha Fatal Push e Contempt, por vezes faltava aquela remoção para fazer a transição nos turnos médios do jogo no UB ou BW, cores interessadas em um plano mais reativo que não tinham acesso à Abrade ou Harnessed Lightning. O mesmo vale para os controles UW, que não precisariam mais usar cartas medíocres como Farm // Market​ ou Aether Meltdown como remoções instant speed para conter a agressão.
 

A criatura (ou melhor, veículo) que mais se beneficiou dessa brincadeira foi Heart of Kiran. A carta voltou à vida, subindo de preço vertiginosamente no Magic Online, e só não acompanhou a tendência no IRL por causa dos Challenger Decks e proximidade com a rotação, daqui a 5 meses. A entrada de Karn, Rebento de Urza, sinergizando com decks de artefatos agressivos, e sendo um Planeswalker de alta lealdade sem ultimate (logo, sem tanta necessidade de ficar sempre subindo), propiciou condições ainda melhores para o Kiran brilhar.
 
Teferi, Hero of Dominaria e Lyra Dawnbringer jogaram The Scarab God para escanteio como kill conditions dos controles, e com a adição de Seal Away para complementar o departamento de spot removals, a shell que já tinha Disallow, Glimmer of Genius, Fumigate e Settle the Wreckage ficou poderosíssima e versátil. Dentro das variações de UW pipocaram Control, Historic, Superfriends, Midrange, Embalm, além dos já existentes Approach, Drake Haven e GPG, e de todos os híbridos entre eles.

O aumento da card pool e de opções para todos os arquétipos também dificultou a vida do Escaravelho. A carta brilha em um metagame de estratégias midranges, onde todo mundo usa várias interações, remoções, foca o jogo longo e tem bichos de valor. Quando o meta vira muito "8 ou 80", com aggros muito rápidos e controles muito pesados, seu valor é diminuído bruscamente: ao invés de 8 ou 80, Scarab prefere "40s". A quantidade de remoção média dos baralhos diminuiu bastante também, com mais gente se direcionando para jogar o próprio jogo e interagir ao mínimo possível, somente com o que é crucial e não pode ficar na mesa.
 
Já a Hazoret diminuiu principalmente pelo aumento da popularidade das remoções brancas. Seal Away está em todo o lugar; vomitar a sua mão desperdiçando recursos para tentar conectar uma Hazoret desesperadamente no 4 ou no 5 deixou de ser um plano garantido, dada à facilidade que os baralhos têm, agora, de respondê-la.

De qualquer maneira, esse início do formato antes dos grandes eventos premier ainda é uma fase de experimentação em que estamos vendo todo tipo de estratégia funcionar. A presença de 7 edições na jogada, somada ao power level alto de algumas delas, como Dominaria e Kaladesh, acaba fazendo com que decks "good stuff" funcionem bem, deixando um pouco de lado a sinergia e apostando em interação barata com power level alto para levar as partidas, ao mesmo tempo em que permite que decks de sinergia que faltavam uma ou outra pecinha funcionem (Zahid, Djinn of the Lamp e The Antiquities War podem ser peças que faltavam para decks de Improvise ficarem melhores, apesar de toda a shell já existir com Kaladesh e Revolta).

Decklists!
 
UB Midrange, por petomartinez - Standard
2018-05-08

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sandoiche_13

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5868

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[deck=885192]
 
Começando pelo UB Midrange, jogado pelo petomartinez para um 5-0 no Magic Online, similar à utilizada pelo Jaberwocki/Logan Nettles dos primeiros dias de 5-0s. Esse é o arquétipo que eu jogava antes de Dominaria, e é interessante ver como algumas das escolhas do baralho foram se adaptando para o novo field. Ravenous Chupacabra passou de carta praticamente injogável a uma "all-star" graças à presença de "bois" como Lyra Dawnbringer e Ghalta, Primal Hunger. O fato dos Controles terem deixado de ser Approach e apostando mais em Teferi/Gearhulk permitiu ao deck também abandonar os counters no G1, jogando com mais remoções e formas adicionais de gerar card advantage, sendo Karn a principal delas dentre os novos cards. Continuo enxergando o UB Midrange como o deck que é feito para bater nos UWs, embora sofra com decks mais agressivos e GPG, principalmente com a entrada de Goblin Chainwhirler punindo Siphoner e Champion.
 
UR Control, por jonazo - Standard
2018-05-08

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sandoiche_13

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5865

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[deck=885194]
 
Um dos meus favoritos do formato no ano passado na época do Marvel, mas que desde o surgimento de um Mono Red poderoso com Hora da Devastação ficou para escanteio. A lista de UR Control acima fez 5-0 no MTGO nas mãos do jonazo. Essa lista atualmente tem apelo porque bichos como Kiran e Lyra estão por toda à parte e, com isso, Harnessed Lightning volta a ser uma remoção extremamente desejada. Acompanhando o raciocínio: o metagame de antes exigia remoções de exílio, mesmo que lentas, por causa de Hazoret e Scarab God. Seal Away, uma remoção mais rápida, tornou-se a principal do formato. Assim, Heart of Kiran voltou a ser utilizado em todos os lugares, desde aggros baseados em veículos, até Mono Green e Midranges como BW, GW e Bant, o que nos leva ao Harnessed Lightning. Gosto do splash branco extremamente sutil, que permite ao UR Control corrigir algumas de suas deficiências: capacidade de manter tração nos recursos com o oponente depois de estabilizar o early game, resolvida com Teferi, e resposta a encantamentos, como Anointed Procession, outros Cast Out/Ixalan's Binding e afins.
 
Mardu Veículos, por im2g00t4ubarn - Standard
2018-05-08

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sandoiche_13

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5854

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[deck=885195]
 
Testando novamente o quanto se pode puxar uma mana base para utilizar míticas absurdas, junto da abertura mais explosiva do formato de Mana, Toolcraft->Kiran->Disintegration, apresentamos o Mardu Veículos, 5-0 no MTGO por im2g00t4ubarn. Nada de novo sob o sol, com um plano transformativo forte ao enfrentar outros aggros e punindo controles como nunca antes, agora que voltaram a ser uma parcela mais expressiva do ambiente. O calcanhar de Aquiles do Mardu acaba por novamente ser sua própria consistência, com base de mana instável e dificuldades em jogar quando não é o deck mais agressivo do formato, embora alguns desses fatores tenham sido amenizados com a presença de Clifftop Retreat e Isolated Chapel. Quem sabe a mana não fica um pouquinho menos pior com a ajuda de algumas delas?
 
BG Cobra, por 11_jaguar_11 - Standard
2018-05-08

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5863

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[deck=885197]
 
Quando eu planejava encaixar Karn no sideboard do BG Cobra, era outra coisa que tinha em mente. Meu desejo era um Planeswalker que gerasse card advantage, já que a Nissa, Vital Force é boa em pressionar, mas não tão boa quando se quer "grindar" os recursos adversários. Dominaria nos trouxe Karn, e o que a lista 5-0 no Magic Online de 11_jaguar_11 fez foi levar a sinergia do Golem de Prata com o BG ao próximo nível, abusando de outros artefatos como Segadeira e Treasure Map, que ajudam a arredondar as sinergias e acelerar para a Vraska. O deck mantém um plano convencional de "Cobra->Rishkar" para agressivar e punir mãos sem remoções/lentas por parte dos oponentes, mas agora não cai como um castelo de cartas para duas ou três remoções seguidas graças a esse poder de gerar card advantage com Planeswalkers.
 
BW Veículos, por Zan Syed - Standard
2018-05-08

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5862

Código Fórum

[deck=885200]
 
Com branco sendo a nova cor do momento e a necessidade de cortar uma cor do Mardu por motivos de consistência, o BW Veículos ganhou muita força nessa última semana, tornando-se inclusive um dos pilares do metagame. A lista acima foi utilizada por Zan Syed, campeão do SCG Classic em Baltimore. Ele abdicou do plano "swarm" de Benalish Marshal, Servo Exhibition e Sram's Expertise em prol de uma mana base mais estável, menos dependente do branco, e aumentando o power level individual das jogadas. O clássico plano transformativo em midrange com Fumigate e bombas do Mardu Veículos segue mais vivo do que nunca, embora com nova roupagem.
 
UW Superfriends, por AutumnLily - Standard
2018-05-08

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5880

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[deck=885202]
 
A procura do UW perfeito segue, e a build de "Super Friends", de AutumnLily (campeã do Nacional inglês do ano passado), é um exemplo excelente de como "anular" as remoções do oponente. Com 0 criaturas no MD, o objetivo aqui é controlar o jogo com a vantagem absurda gerada pelos Planeswalkers, enquanto mantém a mesa sob controle com a ajuda de Sweepers. Oath of Teferi é o card que permite ao deck ficar completamente broken, já que todos os PWs vão ter seus mecanismos de vantagem amplificados e seus respectivos ultimates tendo que ser respondidos numa janela de tempo ainda menor. Depois que o oponente ficou completamente para trás nos recursos, History of Benalia e Karn, Scion of Urza fecham o jogo com suas fichas, e até mesmo Teferi, Hero of Dominaria se recolocando no deck é um bom plano para não morrer millado nas mirrors.

BR Aggro, por Michael Yue - Standard
2018-05-08

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5859

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[deck=885209]
 
O B/R Veículos de Michael Yue, que foi o 2° colocado no SCG Classic Baltimore, é similar à build postada pelo Rudá no começo da semana, diferindo-se por não apostar tanto no tema de artefatos com muitos Karn e Pia Nalaar, optando por threats mais robustas e menos sinérgicas nas formas de Rekindling Phoenix e Goblin Chainwhirler. Assim, essa versão pode jogar um plano midrange pós-sideboard sem ser tão suscetível ao hate de artefatos do oponente, com menos Karns e somente dois veículos. Isso conta pontos a favor, já que alguns decks já estão usando Manglehorn em seus sideboards! Sério, alguém mais lembrava que essa carta era T2? Ela não rotacionou quando baniram Felidar Guardian? rs
 
Goblin Gift, por _FlipitHolla - Standard
2018-05-08

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5871

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[deck=885207]
Sideboard (15 cartas)

2 terrenos

4 criaturas

9 outras mágicas

  • Menor Preço

    R$ 59,00

  • Preço Médio

    R$ 73,10

  • Maior Preço

    R$ 155,08

 
Para fechar as decklists, uma das sensações da última semana, o Goblin Gift, usado por _FlipitHolla para um 5-0 no MTGO. Embora dê pra encaixar Gate to the Afterlife, Walking Ballista e God-Pharaoh's Gift em tudo que é combinação de cor (já vi desde Mono G, UG, UB, e por aí vai), essa com os Goblins é uma das versões de GPG que tem o melhor plano alternativo junto do já consagrado UW GPG que vira um Midrange pesado pós-side com Angel of Sanctions. Aqui o negócio é ser agressivo como um mono red convencional, morfando pós-side com interações rápidas e Glorybringer topo de curva, e se o oponente se descuidar, encaixar GPG voltando Combat Celebrant, Siege-Gang Commander e afins. Mesmo um Bomat ou Prospector que volte 4/4 já é uma dor de cabeça e tanto pro adversário!
 
Campeão do PPTQ Atlanta na Caverna do Dragão
 
UW Embalm - Standard
2018-05-08

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5881

Código Fórum

[deck=884511]
 
O deck sobre o qual já tinha comentado em meu último artigo: o UW Embalm. Depois de perder a final do PPTQ na Bazar Magic na terça-feira, voltei a dar uma atenção maior para os match ups control após sucessivos upgrades, baixando o número de threats e inevitabilidade (Adorned Pouncer, Gideon's Intervention do side) para colocar interação (Walking Ballista e mais cópias das remoções brancas).

Para o PPTQ na Caverna do Dragão, cogitei outras variações de UW como o Control e o Historic, mas preferi o Embalm não somente por estar familiarizado com o mesmo, mas por ser um deck que joga melhor quando começa atrás. O Historic tem muitas jogadas "tempo" que punem um oponente que derrapa no começo, mas nem sempre consegue se recuperar de uma abertura explosiva do oponente. Já quanto ao UW Control, julguei importante ter acesso a uma quantidade alta de bichos para fazer mesa contra esses mesmos decks agressivos, mas que podem mudar um pouco o ângulo pós-sideboard com disruption e planeswalkers e, graças aos bichos 4/4 eternalizados e Lyra Dawnbringer, não tive problemas ao enfrentar camadas de Duress, hates de cemitério/encantamentos advindos dos sideboards alheios ou em atacar Planeswalkers, enquanto que o UW Control tradicional sofria nas mãos do pós-side de decks como Sultai Cobra e Mardu Veículos.
 
As minhas partidas no PPTQ foram as seguintes:
 
R1: UR Improvise 2-0 (The Antiquities War quase roubou um game atacando com múltiplos artefatos 5/5 e, a muito custo, consegui estabilizar com ganho de vida e chumpblocks. No segundo, Teferi e Nezahal foram demais para ele lidar).

R2: UW Historic 2-1 (Urza's Ruinous Blast ganhou o game 1 sozinha, no G2 emplaquei um plano aggro-tempo com bichos e Negate de back up, e no terceiro ele perdeu um land drop crucial no começo que me permitiu afogá-lo em card advantage do Teferi antes do oponente se recuperar).
 
R3: Sultai Cobra 2-1 (G1 ele vem super curvado e no turno 4 praticamente não tenho mais chances. No segundo consigo aggrar com os bichos 4/4 contra vários disrupts e poucos bichos dele, e no G3 uma Lyra cai no 5 e ele não tem resposta).
 
R4: RG Monsters ID
R5: Mono Green Aggro ID
 
Top 8: Sultai Cobra 2-1 (Temos um G1 bastante tenso, em que ele vem rápido e flippa Hadana's Climb com uma Hydra e Serviçal na mesa, me levando a quase nada de vida. No meu turno, tenho inúmeras possibilidades, com Azcanta flippada, Ipnu Rivulet para dar mill, e Irrigated Farmland na mão, junto a um Anjo das Sancoes. Vejo que minha melhor chance é tentar cavar um Field of Ruin para lidar com o Templo e então fazer um Anjo das Sancoes lidando com o Serviçal e chumpando a Hydra. Reciclo o terreno, encontro o Field, quebro o templo, faço o anjo, vou chumpblockando e embalmando bichos para chumpblock até eventualmente conseguir lidar com a mesa e virar a partida. G2 e G3 foram mais "diretos", com ele fazendo o que tem de fazer em um deles, e eu fazendo meu jogo de embalsamar com certa tranquilidade em outro).

Top 4: Mardu Veículos 2-0 (ambos os jogos consigo estabilizar o começo com relativa tranquilidade, administrando os recursos para evitar blowouts. Ixalan's Binding na Chandra brilhou em um dos jogos travando outra na mão, e Anjo das Sancoes​ com Lyra Dawnbringer fechou a conta no G2).
 
Final: Mono Red 2-0 (ele está na play, e minha mão um pouco lenta do G1 exige que eu vá me debatendo com Champion of Wits e patinando com vida baixa enquanto ele me curva. No turno 5, ele volta de Siege-Gang Commander e, dessa forma, meu Fumigate me ganha vida preciosa, tirando-me do range dos burns. Ele segue pressionando, eu encontro Sunscourge Champion da mão para ir a 7 escapando de um possível duplo Lightning Strike e, quando tenho segurança, começo a eternalizar os Champions até eventualmente virar a race a meu favor e finalizar a partida com Walking Ballista. O G2 é um novo sofrimento, e mesmo cavando no deck com o Cycling do Cast Out, acabo tendo dificuldades em encontrar a segunda fonte branca. Vou me debatendo com land drops perdidos e usando Authority of the Consuls para ficar menos precário, e no último turno possível com ele me deixando a 3 de vida após o ataque, eu encontro a segunda planície para o Fumigate. Ele vomita novas criaturas, mas que com meu segundo Authority e outro Fumigate garantem mais vida, me deixando "seguro" pela primeira vez na partida. Quando acabou meu estoque de globais, volto de Lyra Dawnbringer, vou eternalizando Sunscourge Champion até que ele me concede quando tenho 35 de vida e ele nada na mesa).

Campeão do PPTQ Atlanta o/ o/ o/ o/
 
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A atualização seguinte que fiz na lista foi cortar a última cópia do Chart a Course pela terceira Search for Azcanta, que vem me agradando cada vez mais no deck, e sendo minha jogada preferida no turno 2 (até mesmo contra decks agressivos, se estiver na play). Joguei dessa forma em uma etapa classificatória do CLM11 essa semana, e mesmo comprando mais de uma cópia do encantamento lendário, o fato de poder ter uma flippada e uma em jogo, ou mesmo descartar as excedentes para Champion of Wits fez com que eu tenha gostado bastante dessa configuração e pretenda mantê-la para os próximos eventos.
 
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E quanto a vocês, leitores, quais as opiniões referentes ao metagame do Standard pós-Dominaria? Algum deck que tenham sentido falta citar aqui no artigo? Com o que vocês vêm jogando, e o que vêm lhes surpreendendo? Deixem suas opiniões nos comentários!
Abraços e até a próxima!
 
 
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Matheus Akio Yanagiura (VIP STAFF sandoiche_13)
"Matheus Akio Yanagiura, mais conhecido como "Sandoiche", começou a jogar em 2003, em Flagelo. Representando a House of Cards, está sempre na vida do grind dos torneios em SP, tendo sido campeão da Grande Final do CLM 10 Modern, a maior até então. Como entusiasta do Magic, principalmente do competitivo, Sandoiche está sempre acompanhando todo o tipo de conteúdo publicado, buscando aprender e evoluir o quanto puder. Começou a publicar artigos sobre Magic periodicamente em 2012, colaborando para o Blog da Ligamagic desde 2015."
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Comentários

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VIP STAFF sandoiche_13 (11/05/2018 17:44:43)


São cartas poderosas, que acabam ditando o ritmo do T2. O fato é que a cardpool pequena sempre vai acabar fazendo um ou outro card se destacarem mais: em outros momentos foi Hazoret e Scarab God, agora é Teferi, Lyra e Karn. Mas não são imprescindíveis de usar. Eu jogo no Magic Online de UW Embalm, não tenho as Balistas, Teferi e Lyra, e faço bons resultados também.

Fora que existem outros baralhos bons, que não os usam. Sultai Cobra com Hadana's Climb, Mono Red puro, as variações de GPG, o próprio Mono Green... são todos baralhos que estão ali fazendo 5-0, ganhando PPTQs, CLMs, regulares, e afins.

rjmgarcia15 (11/05/2018 14:40:08)

Jogo sem os 2 e faço resultados. Bons resultados.

gmila84 (11/05/2018 14:40:05)



Corrigindo: "Chato que há poucas respostas"

gmila84 (11/05/2018 14:39:18)

Será o Karn o novo Smuggler's Copter? Se for, logo vem Ban. Esse Teferi também é descomunal. Chato que é poucos respostas diretas contra Planes.

Normal no MTG Arena o nego baixar Karn + Teferi e é o fim do jogo. Quando não é o Karn, é a Lyra, ou seja, endgame.

MithraInvictus (11/05/2018 14:21:18)

Concordo demais com você cara, ta chato demais.

BuzzBuzzard (11/05/2018 13:50:16)

O T2 está assim... "Vou criar um baralho T2, 4 Karn 4 ou 3 Teferi e o resto é resto. Blahh que chato...

jnfirst (11/05/2018 11:46:29)


UW é a cor do amor, mediante raiva...
Desde os Mills originais, controls antigos, ainda na base de counter, swords e finishers como Mahamoti, passando pelo turbo stasis, sou fã incondicional, mesmo quando não eram tiver 1.

Fiquei muito feliz com a pool atual, talvez volte a brincar de Standard.

MithraInvictus (11/05/2018 10:09:12)

Só sei que esse novo meta tem sido um pesadelo para mim, tomei pavor de UW.