Tudo sobre o Mundial XXVI
Confira nessa reportagem tudo que rolou no vigésimo sexto Campeonato Mundial de Magic.
17/02/2020 10:05 - 10.358 visualizações - 44 comentários

Esse final de semana foi realizado o vigésimo sexto Campeonato Mundial de Magic: The Gathering. Torneio que quebrou o recorde de premiação em torneios de Magic e premiou um total de 1 MILHÃO DE DOLÁRES. 

 

  • - DIA 1

 

O torneio que foi disputado em dois formatos, Daft e Standard, teve diversas inovações. Entre elas, um novo tipo de cobertura inovadora para a parte do Draft do torneio. Os pods de draft foram gravados um dia antes da competição, e isso permitiu que a equipe de cobertura desse uma dinâmica completamente diferente do que estamos acostumados.

Informações como cores que os outros jogadores estavam draftando além do "drafter" que estava sendo filmado foi apenas uma das novidades. Tivemos até um momento onde um jogador, no caso Thoralf, comentou uma escolha específica de seu draft. Eu acho que a Wizards mudou de maneira muito positiva a maneira que veremos a cobertura dos drafts a partir de agora nos torneios.

No primeiro pod dos drafts tivemos o "mestre do draft" Marcio Carvalho e Seth Manfield avançando com o 2-0 para o grupo dos vencedores e Gabriel Nassif e Autumn Burchett avançando com 2-1, enquanto caiam para o grupo dos perdedores com Kanister, Ondrej, Severin e Pozzo.





 

Destaque para mim neste draft fica por conta da Autumn Burchett que tinha um deck bem abaixo da média e conseguiu com muito braço chegar a um resultado de 2-1 nesse pod. E claro que Marcio Carvalho, sempre um show a parte no Draft, montou o melhor deck da mesa e conseguiu um 2-0 com facilidade.

 


 

No segundo pod Paulo Vitor e Chris Kvartek avançaram com 2-0 enquanto Loveman e Levy avançaram com 2-1. Já os jogadores Leverato, Dominguez, Mengucci e Depraz caíam para o grupo dos perdedores.


Meu destaque neste draft fica para os "novatos" Chris Kvartek e Eli Loveman, que são os dois jogadores menos experientes do Mundial e conseguiram avançar em uma mesa realmente muito díficil de Draft.



 

Os jogadores agora estavam separados em dois grupos:



Grupo dos vencedores: Paulo Vitor, Marcio Carvalho, Chris Kvartek, Seth Manfield, Raphaél Lévy, Gabriel Nassif, Eli Loveman e Autumn Burchett.


Grupo de eliminação: Sebastian Pozzo, Matias Leveratto, Thoral Severin, Andrea Mengucci, Ondréj Stráský, Jean E Depraz, Kanister e Javier Dominguez.

 

Essa fase do torneio já começaria a definir o destino dos jogadores. Alguns avançariam para o Top 8, alguns avançariam para o Play In e outros seriam eliminados. Lembrando que você pode acessar todos os decks clicando AQUI.


Na parte dos vencedores Marcio Carvalho continuou remando com facilidade e avançou com um sólido 2-0. Márcio foi o único 4-0 do torneio.
O Brasileiro Paulo Vitor, que perdeu para o próprio Marcio, teve um pouco mais de trabalho, mas com duas vitórias convincentes sobre Kvartek e Nassif também carimbou sua passagem para o Top 8.

Os americanos Eli Loveman (2-0) e Seth Manfield (2-1) também garantiram suas vagas no Top 8. 

Os decks classificados para o Top 8 neste momento eram: UW Control, Jeskai Fires e dois Mono Reds. E caíram para o Play In, Chris Kvartek, Gabriel Nassif, Raphaél Lévy e Autumn Burchett.



Na grupo de eliminação seriam definidos os quatro primeiros eliminados do torneio e os outros quatro jogadores que completariam a chave do Play In.
 

Rapidamente Sebastian Pozzo e Piotr Glogowski garantiram sua vaga no Play In, ambos com 2-0, enquanto Javier Dominguez e Matias Leveratto foram os dois primeiros eliminados do torneio.

Com um pouco mais de tensão, o francês Jean Depraz mandou Andre Mengucci para casa, assim como Thoralf Severin na mirror de UW eliminou Ondrej Stráský em um 2-0 surpreendente, já que Ondrej estava com seu UW completamente preparado para a Mirror.

E assim ficou definido o grupo de 8 jogadores que disputariam as 4 vagas restantes no Top 8 no Play In no sábado.


 

  • - DIA 2

 

No segundo dia da competição começamos com 12 jogadores, sendo 8 na disputa do Play In e 4 já garantidos no Top 8. No Play In seria definido quais seriam os quatro que avançariam pro Top 8 e quatro eliminados. Mais uma vez vencer 2 jogos siginificava avançar na competição e perder duas partidas seria dar adeus.

Confira como iniciou a disputa:

 

 

Sebastian Pozzo e Depraz com 2-0 garantiram suas vagas no Top 8. Destaque para o jogo entre Depraz e Autumn que foi sensacional, daqueles de realmente tirar o fôlego.

Na parte inferior da tabela mais duas vagas seriam decididas. Quase um confronto de gerações com a velha guarda Nassif e Levy enfrentando a nova geração formada por Autumn e Chris pelas duas vagas restantes no Top 8.

Na disputa de gerações ficamos no empate, Nassif venceu Chris e Autumn mandou Lévy pra casa.

 


 

E assim o Top 8 estava formado, com os 4 jogadores da chave de cima tendo uma IMENSA vantagem.



 

A estrutura do torneio começa a fazer a diferença aqui. O abismo entre a chave superior e a chave inferior começava a mostrar talvez um erro da Wizards em optar por esse caminho. A vantagem que os 4 jogadores de cima tinham era realmente algo desproporcional na minha opinião. 

Mas os jogadores que não tinham nada haver com isso estavam prontos para a batalha. Paulo Vitor conseguiu despachar Seth Manfield para chave de baixo e avançou para semifinal. Da mesma maneira Marcio Carvalho despachou Eli Loveman e fez o segundo Mono Red também cair para chave de baixo.

Marcio e PV marcaram encontro e jogariam no domingo valendo vaga na grande final. O que mostrou na minha opinião uma clara "falha" na estrutura, pois Marcio e PV jogaram apenas UM jogo no sábado e já avançaram para o domingo. E não apenas isso, o perdedor desse jogo ainda teria mais uma chance de jogar e avançar para a Grande Final.

Os jogadores da chave de baixo que estavam em ampla desvantagem também estavam prontos para batalha, No confronto entre Pozzo x Depraz, melhor para o sulamericano que marcou confronto com Seth Manfield na próxima fase no mirror de Mono Red, o que garantiu pelo menos um Mono Red no Top 4 do torneio.

A disputa entre Autumn e Nassif foi até aqui a disputa mais emocionante do torneio. Um jogo de MUITAS idas e vindas, e como sexta-feira onde ela deu uma aula de habilidade, novamente ela deu uma aula com seu Temur Reclamation jogando de maneira bem cirúrgica. Mesmo vendo Nassif abrir 1-0 na disputa, ficando claramente abalada, isso não influenciou  seu jogo e com maestria empatou a disputa em 1-1. Com a disputa empatada e os nervos a flor da pele, foi Gabriel Nassif quem avançou na disputa, deixando para trás a pessoa que minha opinião até aqui tinha mostrado o nível mais alto de gameplay do fim de semana.

As últimas duas vagas do Top 4 seriam decididas nos seguintes confrontos: Gabriel Nassif x Eli Loveman e Sebastián Pozzo x Seth Manfield.

 

Na partida entre Loveman x Nassif, foi o veterano jogador francês que levou a melhor, mostrando toda a vantagem que o deck de Fires tem sobre o Mono Red, justificando talvez a sua escolha pelo deck que não era muito cotado para o torneio. Na partida entre Pozzo x Manfield as coisas literalmente esquentaram um pouco mais. Seth largou na frente levando as primeiras partidas graças a compras um pouco abaixo da média do argentino.

Então Sebastian Pozzo, que esteve a um game de ser eliminado do torneio, renasceu das cinzas e conseguiu empatar tudo e levar para a decisiva terceira partida. Na decisão Seth mais uma vez ficou com mãos muito especulativas mas mostrou talvez na prática a vantagem de algumas escolhas em seu deck, deixando a sua versão ligeiramente melhor na mirror, acabando com o sonho de termos uma final de Mundial entre dois jogadores sulamericanos.



 

O Top 4 estava finalmente definido. Teríamos o confronto do século entre Paulo Vitor e Marcio Carvalho. Este confronto decidiria o primeiro finalista, enquanto na chave de baixo muita emoção ainda estava reservada. Em relação aos decks, fica a "decepção" do Temur que entre os decks mais jogados foi o único que não apareceu no Top 4. A escolha pelo Fires que chegou a surpreender muitos dos participantes mostrou se bem válida pois colocou 2 dos 4 jogadores que trouxeram esse deck para o torneio no Top 4.

 

  • - DIA 3

E os 18 anos de fila do Brasil no mundial estavam prestes a acabar neste dia 16 de Fevereiro de 2020.

O último título acontecera em 2002 com Carlos Romão (Jabaiano).
 
O próprio Paulo Vitor já tinha chego bem perto de igualar o seu feito.

Confira seus resultados passados:
Mundial de Paris 2006 - Perdeu no Top 8
Mundial de Menphis 2008 - Perdeu no Top 8
Mundial de Chiba 2010 - Perdeu no Top 4
Mundial de São Francisco 2011 - Perdeu no Top 8
Player Championship Indy 2012 (Torneio já com a nova estrutura que substituiu o Mundial daquele ano) - Perdeu no Top 4
 
 
Paulo Vitor é nada menos que o jogador com mais Top 8s em Mundial na história e tudo indicava que sua espera finalmente iria acabar. O seu deck era o melhor da disputa, sua fase pessoal era a melhor possível. Com certeza não seria fácil, e logo de cara ele tinha o maior desafio de todos pela frente: Marcio Carvalho.
 
 
Marcio já havia derrotado Paulo neste mesmo torneio, e também vive uma fase incrível dentro do jogo. Fase essa que dura ao menos 5 anos! Marcio pode não ter os cinco Top 8s de Paulo ,mas não fica muito atrás com seus 3 Top 8s. Eu conversei com Paulo na manhã de domingo e perguntei a ele como ele estava se sentindo em relação a verdadeira batalha que o esperava. E sua resposta foi:
 
 
"Eu acho que meu jogo contra o Marcio vai ser bem 50/50. Talvez ligeiramente melhor para mim. Pós sideboard considero bom pra mim na Play e ruim para mim na Draw."
 
 
Em relação aos outros 2 possíveis confrontos, sua resposta foi:
 
 
"Eu acho que o Deck do Nassif é melhor do que o deck do Marcio contra o meu mas ao mesmo tempo Marcio é um jogador melhor que o Nassif. Eu ganhei do Nassif e perdi para o Marcio e foram jogos bem equilibrados."
 
 
"Eu acho que meu match é muito bom contra o Seth. No maindeck ele tem a vantagem mas nos jogos pós sideboard eu sou o favorito."
 
 
O palco estava pronto: Marcio e Paulo, frente a frente, iniciaram a disputa. O português saltou na frente ao vencer o primeiro jogo onde pudemos ver porque esses jogadores chegaram até ali. Ambos apresentando um nível de gameplay muito alto e usando muito bem as pequenas vantagens.

Nos jogos pós sideboard Paulo mostrou que a sua estratégia de sideboard era de fato muito efeciente contra o Marcio e auxiliado por muitos Arconte da Graca do Sol garantiu a sua participação na Final! 
 

 
 
Na chave inferior a batalha para decidir quem enfrentaria Marcio na semifinal iria ser um pouco mais longa pois de acordo com a estrutura do torneio, os jogos na chave inferior seriam disputados em melhor de 3 de melhor de 3 jogos. Nassif e Seth não pareciam ter acordado para perder, entre muitas indas e vindas em games emocionantes ambos os jogadores ganharam uma partida e levaram para o decisivo jogo 3.

No jogo 3 Nassif finalmente não encontrou o Clarim Ensurdecedor no momento que precisava e viu escapar o primeiro game para o seu oponente. No segundo jogo da partida, Seth mais uma vez ficando uma mão muito especulativa, encontrou dessa vez as cartas corretas do topo e colocou uma pressão muito grande no francês que se viu obrigado ao resolver um Cavaleiro da Chama e descartar todas as cartas de sua mão. Conseguindo encontrar uma Elspeth Derrota a Morte que deu a ele um alívio momentâneo na partida. No turno seguinte, Seth acabou com as eperanças do francês na partida ao comprar o segundo Ladrao dos Ricos e atacar para dano letal marcando assim encontro com Marcio Carvalho na próxima fase.
 

No jogo entre Seth e Marcio valendo vaga na grande final mais uma vez o americano enfrentaria um deck que é considerado difícil para o seu Mono Red. A versão de Marcio mais preparada para enfrentar o Mono Red. Tudo caminhava para uma vitória tranquila e limpa de Marcio, mas o americano parecia ter virado a "chave", e após perder o seu segundo land drop, conseguiu se recuperar em um jogo de forma incrível. E não só conseguiu empatar o jogo, como também virar a partida e levar tudo para o terceiro jogo final.

Na terceira partida, Marcio conseguiu sair na frente da disputa, e em um momento crítico do jogo, encontrou dois terrenos seguidos do seu topo que era exatamente o que ele precisava para vencer e marcar a sua revanche com o brasileiro Paulo Vitor na final.
 

Na Grande Final o brasileiro precisava vencer "apenas" dois jogos por ser o "campeão" da chave superior, enquanto Marcio precisaria ganhar três jogos por vir da chave de baixo.

Na primeira melhor de três deu Brasil. Paulo de maneira emocionante, depois de uma sequência insana de 7 terrenos seguidos do topo do português, o brasileiro conseguiu administrar a primeira vitória e ficar a uma partida do título. Na segunda melhor de três o português espantou completamente o azar e com compras muito boas conseguiu empatar a disputa. Destaque para a vitória limpa de Marcio que não deixou Paulo nem sonhar com a vitória nesses games. A situação do brasileiro ainda era extramamente favorável pois enquanto Marcio precisava de duas vitórias para o título, Paulo precisava apenas de uma.
 
 
O Terceiro jogo da final começou de forma eletrizante, e até aqui o melhor jogo entre os jogadores no torneio. Muitas indas e vindas. Paulo mais uma vez sempre atrás lutando mas dessa vez conseguindo estabilizar o jogo muito bem e conseguindo sair de situações desconfortáveis. Paulo garantiu o primeiro game da partida, o que deixou o brasileiro a UM GAME do título mundial! 
 
 
O possível game final do torneio começa com Marcio mulligando e Paulo ficando com uma mão "light". O português naturalmente começou tomando a iniciativa na partida, colocando Legion Warboss seguidos no campo de batalha, que foram rapidamente respondidos pelo brasileiro. O jogo continuou muito bom com ambos jogadores apresentando um nivel absurdo de jogadas. Pequenas decisões, micro decisões, todas tomadas com maestria. Paulo consegue contornar por um momento a partida mas Marcio rapidamente toma a frente mais uma vez e o jogo segue trocando de lado até que Marcio depois de um All In consegue levar o game e forçar o terceiro game da partida.
 
 
Mais uma vez o "possível" game final começa, dessa vez com o brasileiro começando vantagem muito valiosa. Marcio consegue resolver um Coletor de Dizimo no segundo turno do jogo, uma das melhores jogadas de seu baralho pós sideboard, e já coloca o brasileiro no mesmo cenário de correr atrás do jogo. As compras do brasileiro encaixam muito mal contra as ameaças apresentadas pelo português nesse game e Marcio jogando muito bem consegue levar a decisão para a última melhor de 3 na grande final.
 
 
Se é emoção que você queria, isso certamente você teve. Chegamos ao quinto e decisivo jogo final com ambos jogadores jogando maravilhosamente bem. É muito importante destacar o quanto eles estavam jogando bem e que esse era a única esperança de Marcio: jogar muito bem e contar com a falta de sorte do brasileiro.

Ambos jogadores abriram muito bem no primeiro game mas uma jogada decisiva foi feita por Paulo, ao resolver rapidamente o seu Arconte da Graca do Sol, conseguindo controlar as ações do português. Paulo teve todo o tempo do mundo para administrar a vitória. No segundo game pudemos ver claramente o peso de jogar cinco horas seguidas de jogos de Magic em alto nível. Marcio Carvalho decidiu ficar com uma mão muito estranha e facilitou o caminho do brasileiro. 

Paulo Vitor Damo da Rosa finalmente ergue a última taça que restava na sua carreira. PAULO VITOR É CAMPEÃO MUNDIAL!!!
 
Foi muito emocionante narrar essa partida. Confesso que foi complicado de segurar até mesmo o choro ao vivo e ao sair do ar descubro que esse grande campeão agradeceu ao nosso trabalho da LigaMagic ao vivo e em PORTUGUÊS!!! 


Parabéns mil vezes Paulão. Você é o melhor jogador de Magic: The Gathering da história.
 
 
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Juliano Gennari ( Juliano_Bolts)
Jogador competitivo desde 2010, já tendo participado sete vezes do Pro Tour, Vice-Campeão Grand Prix Santiago 2018.
Redes Sociais: Facebook, Twitter
Comentários
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- 20/02/2020 22:21
E por quê não seria? Eu não pude acompanhar as livre, nada do campeonato. Esse texto foi o primeiro que acessei pra saber quem foi campeão. Teria sido mais fácil ter procurado no Google a informação. Realmente acho muito amadorismo a principal informação do texto estar lá no final. Plmdds!

(Quote)
- 19/02/2020 23:29
Agora serio uma final como essa podia ( e deveria ) ter transmissão unica aqui no BR em todos os "grandes" canais dos produtores de conteúdo tipo "Fazendo Nerdice", UMOTIVO, DIARIO PLANINAUTA, BLACKER LOTUS, GUMA NOOB, RAKDOS CAST etc etc ...
Ia certamente abarcar quase toda a comunidade do magic.
O mundial devia ser tratado como uma copa do mundo pela comunidade, com exclusividade na atenção ....
Fica ai a idéia.
(Quote)
- 19/02/2020 23:22

Sempre é importante lembrar das coisas fundamentais: O PAlmeiras, vulgo BI da B, não tem mundial.Nem nunca terá !
Parabéns ao PV .... muito centrado e calmo nos jogos!

(Quote)
- 18/02/2020 23:59

Muito obrigado pelas dicas!!!!

(Quote)
- 18/02/2020 15:44
Outra coisa que pensei, os jogadores deveriam ficar dentro de uma cabine à prova de som, pro público poder gritar e deixar mais emocionante. É assim em outros e-sports.
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